quarta-feira, 23 de maio de 2012

Tô vendendo pelo preço que comprei...

Guaxupé é daquelas cidades que se ninguém tivesse ido embora dela seria a maior cidade do mundo. E é muito engraçado. Em qualquer lugar que a gente vá, ou encontra alguém daqui, ou o amigo do amigo, ou do primo, ou do conhecido... e por aí vai. E sempre tem uma história para contar. 
Certo dia, estava com uns amigos no La Villete da Praça Vilaboim e, claro, o assunto era Guaxupé. Na mesa ao lado, um senhor nos observava e algum tempo depois, se aproximou  dizendo - Vou me sentar com vocês, pois estou ouvindo sua conversa e rindo sozinho. Esta cidade deve ser o máximo e ouvi uma história de um conterrâneo de vocês que talvez não saibam. Eu não me lembro mais do nome do sujeito, mas vou contar assim mesmo.   
Lá em Guaxupé não tinha um instrutor do Aeroclube chamado Bié Baisi? Então... 
Certa manhã, o Bié chegou nos bambolês da avenida e estavam por ali os de sempre. Ele perguntou quem poderia ir com ele até São Paulo naquela horinha, pois tinha que levar uma encomenda urgente no Campo de Marte. Mais do que depressa, um dos amigos, prestativamente, disse: - Que que isso Bié? Você pediu, tá mandado! Pedido seu é ordem, companheiro! Um outro, foi logo emendando: - Eu levo vocês no Aeroporto! O outro:
- Melhor levar uma matula, gente. Pode demorar! Nunca se sabe. E o Bié, morto de pressa, foi logo entrando no carro e empurrando o companheiro da viagem. 
Chegando no Aeroporto, o sujeito ficou meio cismado com o tamanho do avião: - Bié, esse trem num é pequeno demais? Oiá lá, hein? Num é que tenho medo, mas tô achando ele um pouco fraquinho. O Bié ficou tiririca da vida, mas deixou passar. 
Quando chegaram em São Paulo, o amigo ficou encantado com o que via: - Bié de Deus, que coisa mais linda! Oiá, que beleza... Que cidadão! Guaxupé é uma formiga perto de São Paulo. A gente perde facinho aqui, hein Bié? Nossa Senhora, que que isso?
De repente, troc.. troc... troc ... o motor do avião começou a fazer um barulho estranho. E dar uma falhadas. - Bié de Deus! O que está acontecendo? Esse avião vai cair.
- É. Pelo jeito vai! 
- Eu não quero morrer!
- O jeito é você pular. Pega este paraquedas aí e pula rápido. Com o avião mais leve, eu consigo fazer um  pouso de emergência e a gente se salva.
E o nosso amigo do bar da Vilaboim neste exato momento incorporou de vez o personagem da história:
 - Olha, rapaz, eu mais do que depressa, vesti o paraquedas e saltei. Tinha uma fiozera no meio de tanto poste, aquele mundo de prédio, fui puxando as cordinhas do paraquedas pra cá, puxando pra lá, escolhendo onde cair. Se eu caísse no meio dos fios, já era!   Em cima dos prédios, ia me esborrachar. Então, eu vi um lugar mais descampado, de terra batida e fui puxando as cordinhas para lá e deu certo. Fui caindo de levinho no meio de um quintalzão, do lado de uma laranjeira carregadinha. Minha boca tava sequinha por causa do vento. Tirei o canivete do bolso e quando comecei a descascar uma laranja, apareceu uma mulher na porta da cozinha da casa. Vocês não vão acreditar! Eu espremi os olhos para enxergar direito por causa do sol e quase caí para trás de susto: - Uai! Tá parecendo a Lurde, minha irmã!
Ela também assustou demais quando me viu e quando o susto passou, falou assim:
- Que surpresa boa, irmão. Vem almoçar que o almoço está na mesa! 


Tô vendendo pelo preço que comprei...

terça-feira, 22 de maio de 2012

PEDINDO LICENÇA


Recebi este texto por e-mail e voltei lá em 1971, meu 1º ano no curso de Letras onde tive o privilégio de conhecer Francisca Vilas Boas, a Chica, por ela ser grande amiga de Elias José   que nos apresentou e a partir daí foram muitas histórias da "FAFIG" que prometi a Te Araujo Dias contar aqui.  Vou fazer isto sim, mas hoje estou pedindo licença a você Chica, para publicar seu texto. Lindo! Como tantos outros que você escreve.  Uma grande abraço com muitas saudades. 

Guaxupé : Imagens e Lembranças.

Francisca Vilas Boas. 
Chegas com tuas ruas, tuas casas, tuas sombras e torres.... ou sou eu quem entro em teu espaço erguido do passado?  Pontuado de imagens e voz? Voz tonal, escandindo sílabas, soando para além da clareza, marcando pontes. Interregnos da lembrança. Preces na tarde. Tardes luzentes. O imaginário exige. Deseja e quer o outro. Exige o próprio desejo de desejar. Então vou por tuas sendas. Planuras. Praças. E me encontro entre risos. Entre rostos. Melancolias. Seres com mãos e gestos. A alma descendo pelas faces. Uma cidade sempre tem alma. Quem sabe por isso encanta-se das almas.  Se deixa povoar com elas. Flanando encontro casas, campo de esportes. Banda de música. Lembro nomes. A Academia do professor José Gonella.  Foi assim que ela  ficou na lembrança. O rosto generoso de quem acolhia me sorri das escadas. Despojado.  Então chega o professor Vinícius Eclissato com a exigência de educador. Com a sempre régua de indicar anotações no quadro-negro. E que também servia para espantar preconceitos. Fora das aulas, com a atitude de quem sabia orientar, emprestava-me livros.  Apresentou-me a Eça de Queiroz que fazia parte de sua biblioteca. Eu lia com sede. Entre sombras recordo-me de O Crime do Padre Amaro. Em átimos, atravesso páginas, viro as costas a Amaro e despeço-me de Amélia que sofre o medo do pecado. Sigo abrindo outras salas. Nesse espaço de silêncios reverentes e risos irreverentes desfilam os rostos do professor Abel; de Gilberto Pásqua e sua terna gentileza; de Dr. Artur Leão professor dedicado e  profissional das leis; Raimundinho, dublê de carteiro e  professor de matemática. Continuo entrando em horizontes sem divisões do tempo. Sem paredes. Nenhumas. Lembrar é generoso: o tempo vem sem fronteira e o espaço é multifacetado. Lembrar é atravessar palavras. Suas sombras.  Movimentos. Se deixar tocar pelas vozes. Perder-se em corpos que se transformam. Estou no colégio das freiras. Ali encontro madre Conceição com seu sorriso de Mônica, a dentucinha. Ela, a que me fez olhar para os textos. Aproximar-me das palavras; da sintaxe. Sintaxe que ia além das frases. Sintaxe da vida. Não é o que buscamos? Organizar e tornar coerente nossa alma? Nossa expressão? Possível isto? Quem o sabe?  Para desconstruir, primeiro há que construir. Só assim é possível desvelar. Desvelar o que existe e existiu já afastado no tempo. Descendo, em direção ao centro, encontro Zé maquininha. Caixeiro que montou uma escola de datilografia, após aposentar-se. Admirado em silêncio por essa que passa. Ou foi ele quem passou? Quero continuar andando por tuas ruas que aparecem pelas fotos, misturadas com a voz carnosa de Nabih  Zaiat. Sim; lembro-me do seu nome! E desejo outros rostos que chegam. Rostos que atravessam minhaflânerie pelas fendas do passado. É quando o vejo com seu andar miúdo e rápido.  Millo Carli Mantovanni. Pedagogo. Paciente. Várias vezes me fez descer das árvores do Colégio Estadual onde cursei o científico. Obrigava-me a descer sorrindo. Eu e meus colegas. E íamos para a sala de aula. Ali nos esperava o saber dosado de Dom Reis com pequenos textos em Latim; a leveza de Padre Mário; de Selma Perocco; de Neuza Rodrigues. O Professor Ronaldo Xavier, com suas demonstrações de química, sempre esperado pelos “crânios.” Ubiratan Zucherelli com sua Física que nunca consegui ‘metabolizar’, pois a matemática sempre foi a pedra no sapato. E a Física anda junto com a matemática. Com bolhas nos pés e constrangida pela dupla incapacidade, encontro a freira que nos ensinava espanhol. E ela sorri. Em espanhol.  E eu sorrio sem lembrar-me de seu nome. Mas recordo que o castelhano começou a empolgar-me ali no científico, com aquela freirinha pequena. Suave. Ainda que tenha sido apenas um ano de convivência. Guaxupé e seus sinos. Signos. Marcos Noronha desce a rua apressado. Vertentes. O raciocínio entre existencialista e cartesiano. Ele que imprimiu reflexão ao que fazia. Personalidade que rompia amarras. Avançava. Parecia ter lido vários tratados de ateologia. Viveu à frente do comum. Sabendo criar; criticar. Entre curvas e arrancos me desfaço na ingenuidade diante de Terezinha Vômero que me pedia a resposta: “há doze laranjas com João. Se você retirar  um 1/6 delas, quantas vão restar?” E eu consumida no silêncio. Um sexto para mim (com 10 anos e nenhum conhecimento matemático) significava um cesto onde as laranjas eram colocadas. Um sexto era um cesto. E ela riu como riu agora, nesse instante. Riso grande, de doçura. Não senti acanhamento pela ignorância.  Ela: uma das professorinhas que completou meu beabá em Guaxupé. Beabá  iniciado, pela minha irmã,  na escola do sítio onde  eu morava.  Dona Carlina professora do grupo Cel. Antônio Costa. Com seus poemas declamados. Amor pelos parnasianos. Mas amor. É Guaxupé contando. Não sou quem conto. Estórias. De sua História pouco conheci. A não ser o trajeto da Mogiana (1872) que de Campinas  ia até Passos parando em várias estações. Muitas delas com nomes indígenas. Japy. Jaboti. Frente a minha casa de menina. Imagens. Fragmentos. Base. Cultura do café. E lá está o prédio da Faculdade. Professores. Amigos. Silhuetas indeléveis. (Dói saber que a Faculdade de Letras; o Colégio das freiras e a escola do professor Gonella não existem mais!) O retrato faz doer a ausência. Assim como as lembranças desvelam, as ausências revelam. Ausências reais a espalharem a falta. A lástima.  Decepcionada baixo pela Rua Aparecida. E Dona Iolanda Bertonni, diretora de centro escolar, conhecida de minha irmã, vem falar comigo. Rosto madonal.  E não pude dizer-lhe como seu profissionalismo e afeto ajudaram pessoas em Guaxupé. Lamentando a tristeza dos gestos que não foram estendidos, deparo-me com Raifa Sayeg. Generosa, ela  me convida para um café em sua casa. Sempre suave. Ali vivia José Maria, aquele que pintava telas diferentes. Cenas surreais. Belas. E evitava o sol com toda a energia.  Gostei do café e de José Maria. Vivi com Raifa em sua casa durante um ano. Ecoa a prece que Nabih faz. Frente ao cinema encontro Balbino, o pipoqueiro! Com a deferência de sempre me oferece um saco de pipocas. Logo em seguida vejo Reo subindo a Rua Nascimento em terceira. Brrrsss... Faço meia volta e vou até a sorveteria do Hélio e do Valter para um gelado. Nos anos que por ali andei, essas e muitas outras pessoas não nomeadas, deram cor à cidade. Contribuíram para a cultura, para o bem-estar social. Sem compromissos ofereciam apólis. A política nasce do exemplo. A cidade de seus acertos. De seus vícios. Despertam no íntimo do morador, sementes que frutificam. A vida é solo de fazer e refazer. Solo. Voz única. Ou coro. Gestos que compõem a história.  História que deve continuar alimentando solos férteis. Coros fortes. Homo Ludens. Da planta chega outra planta. Ramos. Luz. Frutos. As imagens, a voz e a música se calam. Volto a existir no presente. Na casa onde existo. Acrescentada de mais um momento. Acrescentada de mim mesma.


domingo, 20 de maio de 2012

SERÁ SAUDADE?

O Centenário de Guaxupé tem mexido comigo. Fico vendo as fotos e muitas lembranças boas povoam as ideias.
Estudei no Grupo Delfim. A gente era tão pequena e a escola parecia tão grande... Na minha época, as meninas entravam pelo portão da frente - em frente ao Palácio do Bispo e os meninos, pelo portão lateral, em frente a casa do Guy Vergili. Isto porque os pátios eram separados. Os meninos de lá, as meninas de cá. A 1ª professora foi a Tia Rosinha que nos ensinou a ler com a Lili. Era o início do chamado Método Global! Eu queria muito ser da Caixa por causa da sopa do Delfim. Nunca mais senti um cheiro de sopa igual aquele. No inverno, serviam um leite queimado e este eu faço até hoje. Basta esfriar um pouco mais e dá-lhe leite queimado para esquentar... Nossa turma era muito boa e fico muito feliz, mas feliz mesmo por conservar muitos amigos ainda daquela época. Quem sabe aproveitamos as comemorações do Centenário e reunimos a nossa turma do Delfim, né?  
No Cinquentenário, eu declamei uma poesia enorme, linda que falava sobre Guaxupé, escrita pelo saudoso  Esmerininho Ribeiro do Vale, lá no "Campo de Futebol" e só me lembro que quando terminei muita gente veio me cumprimentar por ter conseguido decorar tudo aquilo. 
Quando fui para Colégio Imaculada Conceição, muitas colegas do Delfim foram também e nos colocaram na mesma sala. Assim, estudamos mais sete anos juntas e ainda fizemos novas amizades com as meninas que vieram do Barão.
Novamente, pegamos uma revolução no ensino. Agora era a vez da Matemática Moderna e lá estávamos nós, de novo, enfrentando um outro desafio com uma professora espanhola Sóror Neves, nos ensinando a tal da Matemática Moderna. Ela foi nossa mestra de classe durante muitos anos. Cada estrepolia que fazíamos, ela tinha que interferir (esta era uma das suas funções) e a coitada ficava vermelhinha como um pimentão e só muito tempo depois, tive a noção de que Sóror Neves era quase uma menina quando assumiu o papel de nossa mestra. 
Foi uma época inesquecível com as histórias mais interessantes e que me trazem lembranças muito felizes. 
Era o tempo dos jogos no Asas, dos campeonatos na "Piscina", das reuniões do Mojuca... 
No Colégio era muito rara a presença dos meninos. Poucos tinham o privilégio de entrar ali e me lembro que o Zé Calicchio, Luisinho Resende, Henrique Dias, o Kleber de Sá eram alguns desses. Entravam para treinar os times de volei e basquete, eu acho.
Começavam os primeiros sonhos de menina, o baile de debutantes, os namoricos, as excursões com o Pedro Flamini e com o Ney Baiano (de Kombi...), ir ao ensaios do Falcões e comer os bolinhos de chuva da D. Maria Caetano...
Muitas saudades!  Mas, também a alegria de restar deste tempo ótimas recordações e amizades sólidas e verdadeiras.
O beijin hoje vai com gosto de quero mais. Bom domingo, meus queridos!

terça-feira, 15 de maio de 2012

Novas dicas para quem tem animais



Hoje minhas dicas vão  para quem tem animais de estimação e passa alguns apertos com eles. Vamos lá:


ANIMAIS



 Se você tem animais em casa, é bom borrifá-los com chá de alecrim. Eu costumo borrifar o chão de toda a casa também. Isto afasta as pulgas e os carrapatos. Faço uma boa quantidade de chá (com alecrim da minha horta), coloco no borrifador e guardo na geladeira. Comprei o borrifador no Paraíso do Real e coloco numa garrafa pet de dois litros. Se você encontrar os carrapatos pela casa, não adianta jogá-los vivos no vaso sanitário. Os danadinhos podem sobreviver e voltar a atacar. Jogue álcool neles que morrem na hora!

ODORES DE ANIMAIS: Quem tem bichinhos de estimação, muitas vezes não percebe que a casa está com um cheirinho desagradável. Para eliminar o cheiro de urina e fezes dos bichos de estimação, remova a parte sólida dos resíduos. Em seguida, aplique uma solução de dois terços de água morna e um terço de vinagre branco. Logo depois, aplique um pouco de vinagre puro sobre o local e deixe secar naturalmente. É tiro e queda!

Se o seu cão fizer xixi no tapete, vai ficar cheirando muito ruim e se não tomar uma providência logo, o cheiro fica e aí é dose...

  • Se o tapete ainda está úmido. No caso de seu cão ter recém urinado sobre o tapete, então, não deixe a urina secar, já que o odor piora com o tempo. Retire o espaço molhado usando várias camadas de papel-toalha ou papel higiênico e pressione-os  de modo que o papel sugue o máximo de urina que puder.
  • Velhas marcas de urina seca. São bastante difíceis de serem identificadas, mas se localizá-las, faça uma solução de vinagre branco e água usadas em igual quantidade. Use esta solução para ensopar a área do tapete que você identificou com urina. Utilize um esfregão para fazer com que a solução entre nas fibras do tapete. Depois, retire os excessos com toalhas de papel e seque o local com um secador de cabelos ou ventilador. O vinagre funciona neutralizando a amônia na urina, removendo o cheiro ruim.
 




 Seu cãozinho está chatinho para comer? Dê pescoço de frango mal cozido para ele. Eu tiro aquela gordureira toda, limpo bem em água corrente e cozinho ligeiramente, só para amolecer um pouco. O pescoço de frango não tem ossos, é ideal para os animais, que não combinam com ossos de frango, nem de longe! Morro de medo do Chicó não querer mais a ração, então misturo os pescocinhos abençoados na ração que fica molinha também. Ele lambe os beiços! Rsrsrs...





Seu cãozinho vomitou? 

Tente limpar o vômito o mais rápido possível, pois o suco gástrico é corrosivo e pode danificar tecido ou estofado. 
Se ele vomitou no chão, limpe com um papel toalha, para tirar o excesso. Em seguida, passe álcool ou desinfetante para esterilizar. Ou então, aquela solução mágica de água com vinagre branco! Caso o chão seja arenoso, como os pisos externos, esfregue com uma solução de água quente com um pouco de vinagre e detergente. Para tirar o cheiro de vômito, experimente limão no lugar do vinagre e desinfetante com aroma no lugar do detergente.

Por hoje é só e hoje não tem beijinho porque esta última parte do post me tirou a vontade de falar em docin... 

sexta-feira, 11 de maio de 2012

O QUE ESTÁ NA MODA

O QUE ESTÁ NA MODA

Mudança de estação e novas tendências vão surgindo. Andei pesquisando o que está na moda e vou dividir com vocês.

Muita calça leg. Com blusa curta só é permitido para as magérrimas. As mais cheinhas podem usar sim, mas cubram o bumbum, por favor!


Meninas! Olhem só que luxo! Este tubinho preto e branco não é de babar? Vejam que pequenos detalhes fazem a diferença: um laço aqui, uma bolsa ali, uma biju dali e o look fica perfeito!

Estes quatro modelitos estão perfeitos! Eu colocaria um acessório de cor viva para quebrar a seriedade destes tons. E você?

A moda dos calçados femininos está demais. Vejam que loucura. Saltos de todo jeito, sapatilhas, scarpins, ankle boot. Lindinhos, né? Tem mais...

                                                       
                                                           
                        Botas para todos os gostos e ocasiões! A Expoagro vem aí...
 

Slipper! O hit da estação. Difííííííciiiil de achar. Mal chega nas lojas e evapora. Os slippers são super confortáveis e tinham que ser mesmo, pois derivam dos chinelos de quarto ingleses. Eu adoro!


As bolsas-carteira estão em alta. De couro, tecido, palha... Vale tudo!                                          
          Além da variedade de materiais, há também uma grande variedade de modelos e tamanhos.                                                                            
Estas bolsas, assim como os slippers, são o hit da estação. Estão em todas as vitrines. São as chamadas clutches e variam muito de modelagem.



Outra modelagem de clutch. São muito graciosas, mas não muito confortáveis para nós que  gostamos de abarrotar as nossas bolsas de coisas.

                                          

Estas clutches são mais esportivas, em couro. 

A clutch metalizada pode ser usada tanto durante o dia como à noite. Esta é Michel Kors. Um luxo só... Na 25 já tem réplicas! Ai... ai... ai...

Um bom final de semana a todas e aproveitem as dicas para o Dias das Mães. O beijin hoje é cumgostudidocidicôco!

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Falando de mães

FALANDO DE MÃES

Vai chegando o Dia das Mães e o coração vai diminuindo e vem aquela dorzinha que dói lá no fundo chamada saudade.
Mamãe era ímpar, uma verdadeira guerreira, com uma força vinda de não sei onde, um bom humor contagiante e muito acolhedora. A nossa casa vivia sempre cheia de gente e talvez esta tenha sido a sua maior alegria, sempre. 
Ela se orgulhava de nos contar que só tinha estudado três anos, na roça. Que três anos mais bem aproveitados, pois mamãe tinha uma letra linda e escrevia muito bem. Adorava fazer acrósticos e brincava com as palavras como ninguém. Adorava poesias e quando as lia, era com o coração que fazia isto. Tinha por hábito anotar coisas que considerava importantes e se achava que ia ajudar alguém com aqueles escritos, não titubeava: arrancava a folha do caderno, já amarelado pelo tempo, dava para a pessoa dizendo: Leva, quando estiver triste leia isto ou isto vai te animar. Outro dia, mexendo numa caixa antiga achei uma oração que ela escreveu para meu filho quando ele fazia o vestibular. Coisas de vó, mãe duas vezes!
Minha filha ainda guarda muitos escritos de joguinhos que mamãe inventava para lembrar personagens de novelas. Sua memória invejável talvez resultasse disto...
Mamãe era costureira e era muito engraçado porque nunca tinha feito um curso, não usava um molde, nada, nada. Botava uma roupa pronta sobre o tecido, cortava e dali saiam belas peças que ela mesma escolhia o modelo. Só fazia o modelo que queria, nem adiantava mostrar o figurino. E foi de seu trabalho que ela conseguiu muitas coisas para si e para a família.
Mamãe era muito alegre e otimista. Se via alguém triste ou aborrecido, dizia logo: Ó, quanto pior você achar que isto é, pior vai ficar, hein? Ou, isto passa: tudo tem começo, meio e fim. Olha, não importa se a situação é boa ou ruim; ela vai mudar. Era uma ouvinte excepcional, por isso vivia cercada de amigos de todas as idades a quem tinha sempre uma palavra de afeto, de carinho, de incentivo.
Foi sempre a tia querida, a irmã tão amada, a mãe mais que perfeita que doou sempre tudo de si para fazer os outros mais felizes. 
São lições, meus queridos, que ficam para a vida toda. Que outra pessoa está sempre presente em nossas vidas, em bons ou tristes momentos?
Quem é capaz de se mostrar sempre forte, de amar incondicionalmente, de sofrer as  nossas dores , de renunciar a si mesma para nos pôr em primeiro lugar?
Mães não guardam nem rancores nem mágoas. Perdoam sempre... São o nosso refúgio nas horas de maior aflição e sua presença de paz é o que nos acalma e acalenta.
Mães também erram, mas erram sempre no desejo de acertar. 
Hoje o meu abraço e a minha oração vão para todas as mães: 
As que já se foram, como a minha, mas que cumpriram divinamente o seu papel aqui na terra.
As que saem cedo para trabalhar deixando seus filhos com o único objetivo de dar a eles uma vida melhor.
As mães de primeira viagem, atordoadas, assustadas, temerosas que desconhecem ainda todo o poder que tem.
As mais simples, as poderosas, as molengas, as duronas, as analfabetas, as sábias, as presentes e as ausentes.
As que não podem ter os filhos junto de si por um ou outro motivo.
As que procuram por seus filhos perdidos para um mundo que elas não escolheram e nem queriam para eles.
As que tem os filhos doentes e lutam pela sua sobrevivência.
As que perderam seus filhos para sempre e choram a dor da sua perda. 
Que todas tenham um dia das mães para ser lembrado para sempre.
Hoje o beijin é com gosto de saudade, muita saudade mamãe!

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Dicas e mais dicas

Vou postar hoje algumas dicas que já experimentei e acho que valem a pena:
Tem coisa mais chata que aquelas formiguinhas que ficam por todo canto nas nossas cozinhas? Pois é... Vamos acabar com as danadinhas assim:
1.Corte o limão (eu gosto do limão vermelho) ao meio, espete cravo da India e espalhe por onde as formigas estão. É tiro e queda!
2.Se você souber de onde as engraçadinhas estão saindo, coloque detergente no buraco. É mais uma maneira de acabar com elas.
3.Você pode espalhar cravo da India nos armários e gavetas. Limão murcho também vale! Outra ideia é espalhar fumo de rolo picado. As formigas odeiam o cheiro destas três coisas.
4.Para as formigas não ficarem no interior do açucareiro, ponha pedaços de casca de limão.

Gente! Sapato apertado é o ó do borogodó, não é? Às vezes, compramos o sapato dos sonhos e nem podemos usá-lo de tanto que aperta. Aposto que já aconteceu com você!!! Olha aí a solução: Coloque cada pé do sapato em um saco plástico e leve ao freezer até congelar. Vista meias grossas e calce os sapatos ainda congelados. Fique com eles, até que descongelem. Eles tomam a forma de seu pé e não apertam mais. BINGO...

Nada como um bom vinho tinto, ainda mais agora neste friozinho que começa. Aqui em casa, invariavelmente, derrubam vinho na toalha. Na sua casa também? Descobri um jeito bom de tirar as manchas de vinho. É assim: Simples! Coloque vinho ou vinagre branco em cima da mancha, espere alguns minutos e tchammm!A mancha do vinho tinto desaparece! Aí, é só pegar um pano meio úmido e limpar ou lavar o tecido por inteiro.
Outras dicas:

  • Se a mancha estiver ainda molhada, coloque sal sobre a mancha e espere alguns minutos. O sal suga a mancha, observe! 
  •  Se a mancha não tiver muito tempo, coloque água quente sobre a mancha e esfregue com uma escovinha. Costuma dar certo. 
  •  Para manchas mais antigas, coloque água e amoníaco e esfregue com uma escova. Depois, lave a peça de roupa para retirar todo o produto.

 Gente! Que horror é vasilha de plástico que fica com cheiro! Eu sei como acabar com o odor desagradável. Lave bem a vasilha e coloque jornal amassado dentro. Deixe de um dia para o outro. Retire o jornal, lave novamente e adeus cheirinho ruim! Panelas escuras ficam clarinhas se você ferver água com limão espremido. Depois é só lavar com esponja de aço e detergente ou limpa alumínio.

Para suas peças de prata não escurecerem, coloque giz escolar nas caixas em que as guarda. Depois de escurecidas, eu uso um produto muito bom chamado Lav Prata ou Real Prata. É um pó que você põe na esponja de lavar louça e lava a peça normalmente. Fácil... Fácil...

E por falar em produto, indiquei outro dia o Tira Grude para tirar aquelas etiquetas que não saem nem a pau ou adesivos que querem ficar grudados para sempre.

Aplicando lustra móveis no vidro ou acrílico de seu box, ele não ficará com manchas de pingos d'água.

Bem, por hoje é só! Qualquer dia, tem mais! O beijin hoje tem gosto de brigadeiro!